Nossa Senhora DE LA-SALETTE
O parque de La Salette, marcado pela beleza e tranquilidade, é considerado o ex-libris da cidade de Oliveira de Azeméis.
Localizado sobranceiramente à cidade, o parque da cidade comemorou em 2009 o primeiro centenário. A ele rumam milhares de pessoas em Agosto, durante as Festas em honra de La Salette.
O parque nasceu de uma promessa da população de Oliveira de Azeméis a Nossa Senhora de La Salette rogando pela queda de chuva. A promessa foi cumprida com a construção de uma capela, inaugurada a 19 de Setembro de 1880. Os primeiros trabalhos no parque iniciaram-se a 07 de Abril de 1909. O plano geral do parque foi concebido por Jerónimo Monteiro da Costa, paisagista do virar do século XIX e herdeiro de uma cultura oitocentista em torno da horticultura, jardinagem, concepção e construção de jardins e, à altura, Director dos Jardins Municipais do Porto e da Real Companhia Hortícolo-Agrícola Portuense.
PARQUE TEMÁTICO MOLINOLÓGICO
O Parque Temático Molinológico de Oliveira de Azeméis pretende ser um «museu vivo» das estruturas da confecção do pão e de moagem de cereais, uma actividade com mais de 200 anos de existência.
Além de um lugar agradável e de apetência turística, o parque assume-se como um espaço didáctico e de conhecimento para as crianças e jovens das escolas.
O espaço é constituído por 11 moinhos de água, a maioria recuperados pela autarquia ao abrigo de uma candidatura ao III Quadro Comunitário de Apoio, e os restantes por promotores privados. Um dos principais núcleos procura recriar todo o percurso associado às actividades da secagem, moagem de cereais e ao fabrico do pão podendo os visitantes assistir, ao vivo, à moagem dos cereais e às padeiras a confeccionarem o tradicional pão de Ul.
A nível museológico há ainda espaço para conhecer as alfaias associadas a este tipo de artes e uma zona multimédia.
Um outro núcleo está direccionado para a indústria do descasque de arroz que foi a evolução do declínio da primitiva moagem de cereais.
Um terceiro núcleo, localizado na freguesia de Travanca, aproveita a frente ribeirinha para o desenvolvimento de acções de educação ambiental e de actividades lúdicas e de lazer.
O objectivo do parque molinológico é entrar nos circuitos da oferta turística da região numa perspectiva de promoção do município de Oliveira de Azeméis enquanto destino turístico ligado à fruição dos recursos patrimoniais, históricos e paisagísticos.
Casa - Museu Ferreira de Castro
A Casa-Museu Ferreira de Castro fica em Ossela, Oliveira de Azeméis, e é a antiga casa natal do escritor José Maria Ferreira de Castro (1898–1974), autor de obras como A Selva e Volta ao Mundo.
O edifício, do século XIX, foi doado pelo próprio escritor à Câmara Municipal em 1967 e transformado em museu. Hoje preserva livros, manuscritos, objetos pessoais e recordações das suas viagens, distribuídos por vários espaços interiores e um jardim.
Ria de Aveiro
A laguna resultou do recuo do mar e da posterior formação de cordões litorais, passando a integrar o estuário do Rio Vouga. A cidade de Aveiro é muito conhecida como a “Veneza Portuguesa” precisamente por causa da ria e dos seus quatro famosos canais.
Do ponto de vista natural, a sua riqueza biológica deve-se sobretudo à presença de pradarias de ervas marinhas e de um dos maiores sapais contínuos na Europa. As águas abrigam espécies como lampreias, amêijoas, cegonhas, garças e algumas aves de rapina.
Serra da Freita
A Serra da Freita é uma zona montanhosa de grande beleza natural no centro-norte de Portugal. Atinge 1.085 metros de altitude máxima no Pico de São Pedro Velho e estende-se pelas freguesias de Arões e Cepelos, no extremo nordeste do concelho de Vale de Cambra, partilhando território com os concelhos de Arouca e São Pedro do Sul.
Faz parte do imponente Maciço da Gralheira, juntamente com a Serra da Arada, de São Macário e do Arestal. Visitlafoes
Os seus pontos de interesse mais conhecidos são:
- Frecha da Mizarela — uma queda de água de 70 metros, uma das mais altas do país, perto da nascente do rio Caima, a 910 metros de altitude.
- Pedras Parideiras — uma formação rochosa única cujo nome se deve a um fenómeno que produz fissuras poligonais na rocha.
- Aldeia de Drave — uma aldeia desabitada e isolada, encaixada numa cova profunda entre serras, inserida no Arouca Geopark.
É o destino perfeito para quem gosta de trilhos, praias fluviais, poços, cascatas e paisagens de cortar a respiração, sendo possível visitá-la em qualquer estação do ano.
Passadiços do Paiva
Os Passadiços do Paiva são um dos percursos pedestres mais emblemáticos de Portugal. Localizam-se na margem esquerda do Rio Paiva, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro, e oferecem 8 km de passeio rodeado de paisagens de beleza ímpar, num autêntico santuário natural, junto a descidas de águas bravas, cristais de quartzo e espécies em extinção na Europa.
Foram inaugurados em junho de 2015 e desde a sua abertura receberam já mais de um milhão de visitantes. O percurso estende-se entre as praias fluviais do Areinho e de Espiunca, e inclui troços em madeira, terra firme e escadarias.
Ao longo do caminho é possível contemplar pontos geológicos notáveis como a Garganta do Paiva, a Cascata das Aguieiras, a Praia Fluvial do Vau, a Gola do Salto e a Falha da Espiunca.
Nas proximidades encontra-se também a Ponte 516 Arouca, a maior ponte pedonal suspensa do mundo, com 175 metros de altura e 516 metros de comprimento.
Os passadiços já arrecadaram vários prémios turísticos, com destaque para os World Travel Awards, tendo vencido nas categorias de “Melhor Projeto de Desenvolvimento Turístico da Europa”, “Melhor Atração de Turismo de Aventura da Europa” e “Melhor Atração de Turismo de Aventura do Mundo”.